segunda-feira, 18 de julho de 2011

Luiza.




Lua,
Espada nua
Boia no céu imensa e amarela
Tão redonda a lua
Como flutua
Vem navegando o azul do firmamento
E no silêncio lento
Um trovador, cheio de estrelas
Escuta agora a canção que eu fiz
Pra te esquecer Luiza
Eu sou apenas um pobre amador
Apaixonado
Um aprendiz do teu amor
Acorda amor
Que eu sei que embaixo desta neve mora um coração

Vem cá, Luiza
Me dá tua mão
O teu desejo é sempre o meu desejo
Vem, me exorciza
Dá-me tua boca
E a rosa louca
Vem me dar um beijo
E um raio de sol
Nos teus cabelos
Como um brilhante que partindo a luz
Explode em sete cores
Revelando então os sete mil amores
Que eu guardei somente pra te dar Luiza
Luiza
Luiza



Ana Carolina

Composição: Antônio Carlos Jobim

domingo, 3 de julho de 2011

O passado no presente e no futuro.

Algumas histórias marcam sua vida. Temos uma linha tênue entre o que pode existir e o que não pode ou entre o que poderia ter acontecido e o que aconteceu. A diferença está na atitude, alguns tomaram a decisão de tornar determinados momentos ou coisas em realidade. Somos feitos de fatos, somos o que somos a partir do que vivemos, e isso não vai mudar nunca. Acho que a lembrança, no final das contas, acaba se tornando o detalhe mais interessante e mais importante do ser humano. Como esquecer nossas histórias se a vida , as nossas  vidas são verdadeiros longas-metragens formados pelo encadeamento de cenas onde horas fazem sentido horas não.
Muitas decisões moldam nossas vidas, metade delas serão aquelas tomadas com consciência a outra metade não. Riscos? A gente continuamente corre riscos, e esse é o detalhe que deixa emocionante as mil-e-uma-histórias. Sabem...tem outro detalhe, viver é bom, porém viver sendo o  ator principal é muito melhor. Então, vamos aproveitar, pois tudo só nos acontece “daquele jeitinho especial” uma vez, infelizmente ou felizmente. Se arrepender? Jamais diga isso, meu caro. Na verdade tudo é história, histórias que depois servem para serem lembradas e contadas.


“(...) E quem não tivesse força de ter prazer, que antes cobrisse cada nervo com uma película protetora, com uma película de morte para poder tolerar o grande da vida.” 

                                                     ( Fotografia:  Filipe P Neto - Olhares.com)



                                                                                                                                 


                                                                                                                            Stephanie Vieira Brito.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Respingos do cotidiano: Origem.


Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.”


(Nelson Mandela)


sábado, 18 de junho de 2011

Respingos do cotidiano: Mudança.


PhaniEmfrissom.

É importante lembrarmos que é sempre tempo de mudança. As portas se abrem quando somos estimulados e encorajados a lutarmos pelo que sonhamos ver de forma concreta dentro da sociedade. Precisamos  por mais em prática o que acreditamos e não deixá-los apenas no plano das idéias.E aceitar transformações  quando necessário,pois  há sempre tempo de se reconstruir,mas uma reconstrução para a evolução do próprio ser.
Se analisarmos, deixamos de tentar mudar a história não por medo de transgredir as regras e sim pelo pavor que temos da mudança, dos prováveis  “dedos apontados na cara”,pelas críticas ferinas e ferrenhas que poderão ser feitas.Um outro motivo para essa assustadora inércia social seria o surgimento de uma sociedade preguiçosa e acomodada que construímos e continuam a serem construídas .
 Mudar requer tempo, maturidade e cuidado com a mente humana, pois temos a possibilidade de pensar em transformações tanto para fazer o bem como o mal e para tais decisões um fator muito importante é a vivência, viver e retirar as próprias conclusões diante dos fatos. Por isso busque,cresça e veja com os olhos  da re.alidade,re.novação,re.construção.


         
                                                                              StephanieVB

sábado, 11 de junho de 2011

Liberta-te ou te devoro.


Belém,11 de junho de 2011.


Para ler ouvindo: Mistérios da meia-noite,Zé Ramálho.


De: phaniEmfrisson
Para: Ivone


Então, Maria, liberdade é isso mesmo... Isso de sempre viver doce, pura, vigorosa, vorazmente. Isso de aceitar tudo o que vem d’alma, do coração, da vida. Deve-se pensar que qualquer atitude tomada implica em consequências boas ou ruins, depende do ponto de vista dos que viveram nessa história. Viver livremente é embalar-se pela melodia e deixar fluir, e prestar atenção se a fluidez não irá afetar os que te rodeiam. Vive bem, vive livre aquele que se responsabiliza por qualquer atitude tomada, e que pensa constantemente em não ceifar a liberdade alheia...
Não, não... Pensando bem, Maria, tudo o que havia dito ontem não significa liberdade, significa apenas “escolhas”. Escolhe-se ser feliz, escolhe-se magoar alguém, escolhe-se partir e deixar histórias para trás, escolhe-se sorrir, escolhe-se chorar.  Não somos livres de fato, viver e pensar se determinada ação prejudicaria ou não outrem não é ser livre, não acha? E só o ato de ter que  fazer escolhas de certa forma já esconde uma certa obrigação.
Vejo, então, que estamos presos em nossas próprias vontades, em nossas pequenas celas que vamos construindo ao longo da vida. Talvez liberdade mesmo, meeeesmo não exista, existe apenas o bem viver, e por mim tudo bem se me prendo aos afetos, aos sabores, as rotinas - mesmo algumas vezes achando que não possuo rotina alguma -, somente me proponho a viver e continuar pensando nesses mistérios da meia-noite que voam longe.

 Uma deliciosa manhã e um grande abraço.                         

                                
                                   StephanieVB.  
                                                                                                                    

domingo, 15 de maio de 2011







Morte ou Vida
Do Maldito Poeta
Amador que ama com dor
Dor de não ver sua musa
As horas passam
A dor de quem ama aumenta
Amas amar alguem com dor?
A dor de quem ama é sofrida
Mas o Amador
Irá superar sua dor
Somente vendo seu lindo amor!

Jorge Quaresma.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A intolerância e a incompreensão.



...mas não há nada maior que a força de vontade!


precisamos respeitar as diferenças,compreender o próximo para,assim,construirmos um mundo melhor e igualmente confortável a todos.

sábado, 9 de abril de 2011

                                            photography:DayvisMalta.



De phaniEmFrisson.
Para: AnaBelaVidaParaVidaPelaVida.

Hóspede.
A vida é apenas uma passagem na qual encontramos lugares para descanso. No outro dia é preciso seguir, sem olhar o passado com mágoas e sem fazer daquelas antigas alegrias a eternidade.
Continuar é preciso. Impossível, ou melhor, inadmissível é deixar padecer a alma, calar um amor. O ser humano precisa entender que o sentimento, o emocional está intrínseco a ele e com isso deixar sucumbir, deixar levar. Deixa! Deixa, pois é de nossa natureza. Nós somos natureza.
Evitar algumas situações que se deve ter ou ser, é ir de encontro com o vento, mares e morros. A força do homem seja bruta ou racional, quando ele não se vê como parte da natureza, não é superior a esse conjunto das forças que obram o Universo, as árvores, os rios , os milhares de grãos de areias quando unidos. Pois a força destes são muito mais reais e verdadeiras, nunca voltam atrás. A não ser quando o homem e a mulher se entregam de corpo e alma e se façam parte da sinergia que envolve todas as galáxias.
Natureza-homem-natural entregue-se, vá fundo nas emoções, sinta sua pele, músculos e neurônios conectados com seu eu. Sinta-se natureza-natural. Somos  “unisó”.
                                                              
                                                                         StephanieV.B

as estrelas que bailam.

                                       Nayara e Lara (fazem parte da seleção brasileira de n.s.)


talvez eu não saiba explicar muito bem a forma contagiante do corpo de se expressar,a gente fala por cada detalhe que há na em nós. Na verdade dizemos muito mais com o corpo do que com as palavras,dizemos sem querer dizer.Mas antes de notar esses pequenos pensamentos saidos diretamente,de repente,de um olhar,um,abraço,um gesto,um movimento no outro,é preciso se conhecer,olhar mais,muito,muito mais para si sendo muito sincero e verdadeiro.Pois existe um real fato:Só podemos falar ,perceber e se por no lugar do outro se conseguimos entender quem somos...conseguiu isso?Então aproveita a beleza existente na sutileza dos detalhes,tudo fica mais bonito,bonito e breve...

                                                
                                   









                                                                                              StephanieV.B.

terça-feira, 29 de março de 2011

cabeça para.


Mundo de cabeça para baixo,
salto para o abismo,cismo
e vou e me acho...
Sem nada entender,
tudo muda e me prendo a você...
De olhos bem abertos,
pulo nua,deixo-me levar...
O que é amar?
Cega rota,porta aberta,
jogo-me inteira,sou toda
alma e sangue,calma entrega,
encontro de flor,amor,
cuida de mim,solte meus balões,
fale-me de canções...
Gosto tanto de emoções...
Destino traçado,amado sentido
em minha vida,ferida cicatrizada,
você me deixa atrevida...
Abra os braços,receba-me,
beba-me,abraços de luz,
nada mais a dizer...
Você me seduz (...)



Karla Bardanza